Agora, analisando em partes:
• Quanto ao primeiro caso, o que posso dizer é: curta sua vida sem ligar para o que os outros dizem. Se você realmente tem vontade de se vestir de forma diferente, faça um teste; experimente combinar o seu estilo favorito de um jeito mais discreto e com coisas improváveis... Desde criança tenho influências em casa para o rock internacional e o pop antigo. Com onze anos virei do avesso, comecei a me vestir como uma roqueira mirim,com doze me apresentaram as bandas japonesas, com treze passei a ouvir além de bandas japonesas, Lacrimosa, Marilyn Manson e Evanescence. Minha mãe nunca reclamou muito de eu ser assim, pelo contrário, ela falava que preferia ver sua filha ouvindo músicas pesadas que Funk.(uma dica: tenho muito quadril e muita coxa, minha mãe sempre teve medo que eu ficasse expondo muito por aí,rs) Quando chegou o ano passado, conheci o estilo Lolita e desde então estabilizei um pouco. Aí você se pergunta: Panda, o que isso tem a ver? Elementar. Todos sabemos que existem alguns lugares em que não podemos nos vestir de acordo com nosso estilo por algum motivo, mas você quer se sentir parte do seu mundinho social que só aparece quando usa suas roupas e acessórios? Então pegue uma blusa ou mesmo seus acessórios mais básicos e combine com seu uniforme de trabalho ou de escola. E esse também é um bom começo para quem sente "vergonha" ou medo do que os outros irão falar. E lembre-se, mesmo se alguém debochar, mostre a eles que é superior e forte o bastante para ignorar uma inveja. Não vale a pena deixar de viver sua vida segundo suas vontades por causa das más línguas de pessoas ignorantes que não aceitam alguém diferente.
• Quanto ao segundo caso: não é que você não se enquadra no perfil do estilo, por que não é algo convencionado que todo mundo dentro do mesmo tenha que ser igual, afinal, se fizermos isso, vamos ser como as outras pessoas, com uma cultura em comum, com pensamento e modo de vida iguais. Ou seja, eles em nossa concepção é que serão 'diferentes' e não quem realmente se sente diferente e gosta disso. Não é você que tem que servir na roupa, é ela que veste você, você escolhe o que vai usar, e não a roupa que te escolhe. Afinal, estilo cada um tem um, alguns são parecidos, porém é a liberdade de escolha que faz a diferença.
• E quanto ao terceiro caso: é o mais fácil e ao mesmo tempo um pouco complicado. Porém, com uma boa conversa e mostrando aos seus pais exatamente o que é, como e quanto custa, mesmo que não aceitem, eles acabam acostumando com a ideia, só vai partir da sua parte ter um pouco mais de paciência e economizar mais para comprar com suas próprias mãos o que precisar. Quem sabe assim, eles vendo que você vai ter a responsabilidade para fazer algo mais sério?
Bom, então é isso, vou ficando por aqui, e olha, consegui ter força de vontade para escrever tão rápido assim! É uma ótima notícia!

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